sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Esquadrão anti-corinthiano, atacar!

Gostaria imensamente que o Corinthians deixasse a Série A do Brasileiro.
Eu tenho os meus motivos para querer.
E o Corinthians, para deixar.
Não gosto desse time há tempos. Muito tempo...
Não gosto da postura, da ladroagem, das barganhas corinthianas, do contrapeso que tem no futebol brasileiro.
Esse time é um desastre logístico. Uma tragédia anunciada...
Tirando o goleiro, tudo o que tem alí não vale o que a bola vale.
O Corinthians não venceu o Goiás e perdeu do Vasco. Agora, tem o Grêmio pela frente.
Acontece que entrou em uma enrascada das brabas. O Grêmio vem com tudo para ganhar o jogo.
E vai vencer. O Corinthians está com a energia negativa atolada.
Vai para o Olímpico com os nervos à flor da pele.
Por outro lado, o Internacional quer cuspir o Corinthians da garganta, desde 2005.
O Paraná... também vem para não cair...
Ou seja......................................... a âncora vai pro fundo!
E bem tarde...

Estamos cada vez mais perdidos...

Bom dia, apatia!

Três, em cada quatro pessoas infectadas pelo HIV são mulheres.
Essa notícia é uma apunhalada pelas costas.
Mas também, deixamos isso acontecer. A mesma coisa com o meio ambiente.
A natureza dá sua resposta, em um universo de ação e reação, estímulos-comportamento-consequências...
A mulher (que recebe), acabou sendo o bode expiatório da Aids.
São dois lados.
Uma, da mulher que liberou geral e isso todo mundo sabe, todo mundo vê. E comenta.
Outro, da mulher que acabou como válvula de escape da promiscuidade de gente ruim.
O pior é que o podre está feito.
A Aids é como o aquecimento global, a dengue, a corrupção...
Ou seja, fruto do relaxo total da humanidade.

Enquanto cada um continuar pensando em si mesmo e fazer disso tudo uma "odisséia-umbigo", essa porrinha de mundo vai se fuder e levar muita gente junto.

Odisséia-umbigo é punk...

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Perfume de mulher (mesmo!)


Alguém tem dúvida de que esse perfume realmente funciona?
Alguém deixaria de usá-lo?
Já vi coisas nessa vida.
Mas com tanto "neguinho" esquecendo o cheiro por aí, Vulva Original vai cair muito bem.
Daqui a pouco inventam o "CC For Man".
Não duvido de nada.

Eu falo...

...tudo na vida passa...





Da Série "Monstrinhos do Século 21"

Por que os pernilongos são menos idiotas que nós?

Um dia idiota é um dia que você considera como um dia idiota.
Um dia idiota nada mais é do que um dia que só foi idiota.
Não há escapatória para a idiotice de viver um dia assim.
Olhar para a cara de pessoas iguais demais, ouvir asneiras repetitivas, ser subornado pela rabugência de uns, ter a fina sensação de que a idiotice é o meio, entre o início e o fim.
Exercício bom é olhar ao redor. Veja o idiota que há nas pessoas.
Idiota é um termo sacana, porém honesto.
Você acaba sendo mais idiota do que um pernilongo te mirando, quando o sacana da história é ele (ela).
Pernilongos são menos idiotas do que nós. Isso é cruel entender.
Ter um dia idiota e ainda ser picado por um pernilongo (que você não sabe se é um Aedes ou não), faz desse mesmo dia um dia idiota ao extremo, ou seja, babaca.
Idiota é querer matar um pernilongo, desordenadamente.
Tenho um amigo, o Camilo Jr., que "pega" os pernilongos no ar e depois os joga com toda a força na parede para matar o dito de politraumatismo craniano.
>
>
Mas, convenhamos: pernilongos têm crânios?


Êba: eu uso repelente!

Eu penso, eu acho, eu acredito...

...que o Corinthians vai cair gostoso...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Em tempo...

Quem achava que o animal mais rápido do mundo era o guepardo, se ferrou.
É o falcão-peregrino.
Chega a 320 km/hora.


Rubinho Barrichello perde.

Pérolas do MSN - Parte 1


Marcus ::: says:
Você quer aprender a 'dança do tomatinho'?
Mirian... says:
hummmmmmmm.....
Marcus ::: says:
Só tem que comprar o kit, que inclui uma roupa de tomatinho e a sapatilha vermelha, por R$ 45,00 em duas vezes.
Mirian... says:
tô fora!!!!!!!!!!!!!!
Marcus ::: says:
Achou caro?
Mirian... says:
mto..................
Marcus ::: says:
R$ 30,00 tá bom para você?
Marcus ::: says:
Aí eu tiro a sapatilha e você usa um sapato seu.
Mirian... says:
engraçadinho!
Marcus ::: says:
Beline... por favor... só tem mais uma vaga e estou te dando essa oportunidade.
Mirian... says:
passo a bola....
Marcus ::: says:
Mas qual o entrave?
Mirian... says:
acho que não nasci pra ser tomate!!!!!

terça-feira, 27 de novembro de 2007

"O nascimento do prazer", por Carol Gilligan

Na mitologia, o prazer nasce da união entre Psiquê e Cupido, mas na vida real contemporânea o seu nascimento só é possível quando nos livramos de uma série de complexos de culpa e sentimentos de perda. Este é o tema básico de O nascimento do prazer, o quarto livro da famosa psicóloga americana Carol Gilligan, que baseou seu trabalho em grupos de estudo, na literatura e em sua própria experiência pessoal.
Não há traição que fira mais que a traição de amor. Entre as feridas que a autora tenta cicatrizar no tratamento de casais em crise, de filhas que não se dão bem com as mães, de pais que não entendem os filhos, entre outros desajustes, ela escolhe como um dos principais obstáculos o patriarcado, uma ordem de vida que enaltece os pais e põe tanto os filhos quanto as mulheres sob a sua autoridade.
Embora o feminismo tenha combatido esse tipo de hierarquia por todo o século 20, ele permanece, entre outros exemplos, na excessiva preocupação com a masculinidade na formação dos meninos. Apesar do tema complexo, o texto de Carol não apresenta jargões técnicos e flui com simplicidade por assuntos como Complexo de Édipo, interpretação dos sonhos e descoberta da sexualidade. Para isso, ela também recorre, além da já citada mitologia, a autores como Proust, Shakespeare e Freud, e se detém por muitas páginas no "Diário de Anne Frank", quando fala das relações nem sempre amistosas entre meninas e suas mães e também sobre a moral puritana que evita a todo custo o assunto sexo.
A busca pelo amor e o prazer passa pela recusa às regras do patriarcado, como faz Psiquê ao contemplar a beleza de Cupido, o que era proibido. Saída de uma história antiga, ela é uma mulher dos nossos tempos. Recusa-se a viver como um objeto; desrespeita os tabus contra ver o amor e falar sobre ele, diz a autora. Essa destruição de antigas fórmulas, conta Carol Gilligan, faz parte do processo de transformação, a metamorfose que é a própria essência da criatividade. Os casos estudados e citados em detalhes mostram como é complicado lutar contra modelos de comportamento firmemente estabelecidos.
"Por que depois do prazer viria a ausência?", pergunta Carol. A hierarquia, seja ela de qualquer tipo, cria tensão, competição e divisões, impedindo as pessoas de se sentirem livres para amar. Num exemplo, a escritora cita a clássica obra Em busca do tempo perdido, de Proust: o trecho reproduzido é de No caminho de Swann, quando o menino decide não ir dormir enquanto sua mãe não lhe der o beijo de boa-noite. A presença do pai e o medo de uma possível bronca contra este gesto sensível justificam a definição de que a única forma de não ser vulnerável consiste em se fechar. Apesar disso, como a psicóloga indica, o amor corrói o patriarcado e ainda é a melhor forma de resistir aos obstáculos do prazer.

Platonizar-se...

Separei algumas frases de Platão, o grande gênio pensador que tinha Sócrates como mestre e Aristóteles como discípulo:

"O que faz andar o barco não é a vela enfunada, mas o vento que não se vê."

"Você pode descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira do que em um ano de conversa."

"Você pode descobrir mais a respeito de uma pessoa numa hora de jogo do que num ano de conversação."

"Aprender é mudar posturas."

> Platonize-se.

Humanos são ratos ou cobaias?



Ratos não têm tanta utilidade quando fora do laboratório experimental.

Só são valorizados, quando não são ratos, mas cobaias.

Cobaias são ratos que não são ratos.
Ratos são ratos, somente.
Muito do que se sabe sobre o ser humano foi "cutucando" uma cobaia.
Skinner só foi Skinner porque fez de um rato uma cobaia.
Aí, entendeu que nós temos muito dos ratos.
Skinner era phoda...
A relação comportamental "homem x rato" vai pelo mesmo caminho da relação "homem-rato".

Somos cobaias.

Por vezes, ratos.


Entendeu? Ou preciso realmente explicar?

Dia!

Terça-feira.

Dia intermediário entre a segunda (o início) e a quarta (o meio).

Terça é um dia estranho.

Mas é um dia.

Bom dia.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Arquétipo da mulher-sereia: subjetivações femininas em detrimento da espécie humana


A mulher-sereia é uma sarcástica viagem às profundezas da sedução.
DESCRIÇÕES > A mulher-sereia, ou seja, uma mulher humana com a sereia incorporada, conhece todos os meandros da sedução, mas não entra em contato sadio e consciente com a sua sexualidade porque é uma sexualidade submersa. Poderíamos dizer, para efeito didático, que apresenta uma sexualidade “não humana”. É um recipiente selado. Por conseqüência, não alcança integrá-la em sua psique. E ao emergir das águas do inconsciente e refluir em um corpo de mulher, não raro causa situações de difícil resolução. É a alma primitiva que irrompe, sem avisar.
Esther Harding diz que essa energia instintual não é boa nem má, mas que se estiver entregue a si mesma só pode produzir efeitos não-construtivos. Nesse momento é necessária a intervenção humana para que se converta essa energia em trabalho.
Quando uma mulher está entregue a uma inundação de energia instintiva, não consegue se satisfazer em nenhum relacionamento amoroso. E na maior parte das vezes, é a última a aceitar que é uma prisioneira do próprio instinto. É uma mulher auto-erótica.
O peixe é um animal de sangue frio. Uma mulher tomada pela sereia, seduz de forma compulsiva, sem a mediação de qualidades humanas como o amor, a compaixão e o escrúpulo. Encarna a "femme fatale" e, se faz sucesso num primeiro momento entre os homens, não é nada popular entre as mulheres. É uma mulher-anima, intrinsecamente identificada com um arquétipo.
É presa de sua sombra, até o momento que consiga reconhecê-la e integrá-la. E este é um processo complicado, por que ao contrário da mulher “primitiva”, a sereia moderna dificilmente entra em contato direto e consciente com a sua natureza instintual.
.
>> Ou seja, evite-a.

Loucura, por Lupicínio

Loucura
(1979)
Autoria: Lupicínio Rodrigues


E aí

Eu comecei a cometer loucura
Era um verdadeiro inferno
Uma tortura
O que eu sofria por aquele amor
Milhões de diabinhos me martelando
Meu pobre coração que agonizando
Já não podia mais de tanta dor

E aí

Eu comecei a cantar verso triste
O mesmo verso que até hoje existe
Na boca triste de algum sofredor
Como é que existe alguém
Que ainda tem coragem de dizer
Que os meus versos não contêm mensagem
São palavras frias, sem nenhum valor

Oh! Deus, será que o senhor não está vendo isto

Então por que é que o senhor mandou Cristo
Aqui na terra semear amor
Quando se tem alguém
Que ama de verdade
Serve de riso pra humanidade
É um covarde, um fraco, um sonhador
Se é que hoje tudo está tão diferente
Por que não deixa eu mostrar a essa gente
Que ainda existe o verdadeiro amor
Faça ela voltar de novo pra o meu lado
Eu me sujeito a ser sacrificado
Salve seu mundo com a minha dor

(Punk!)



A ganância é...

...é um sentimento humano negativo que se caracteriza pela vontade de possuir somente para si próprio tudo o que existe. É um egoísmo excessivo direcionada principalmente à riqueza material, nos dias de hoje pelo dinheiro. Contudo é associada também a outras formas de poder, tal qual influência às pessoas de tal maneira que seus praticantes chegam ao cúmulo de corromper terceiros e se deixar corromper, manipular e enganar chegando ao extremo de tirar a vida de seus desafetos.

É um sentimento diretamente associado ao
pecado capital da avareza.


Think.

Think about it.

Dialética do amor


Amor é foda...
Foda é amor...
Ponha no espeto para ver se não vira churrasco...

Eu

...não sou louco p... nenhuma!

Portanto, não me perturbe!
Estou criando...

Sofrer x prazer: jogando a felicidade no barranco!

Parto do inicial pressuposto que felicidade é um dos maiores engôdos já consumidos (ergh!) pela sociedade, literalmente rosnando.
Acredito em prazeres. Não em felicidade.
Felicidade ou é para todos, ou não é para ninguém.
Prazeres, sim. É para todos. É de direito. É um dever humano ter e sentir prazer.
O que permeia a humanidade é o sofrimento. Em hipóteses claras, jamais conceber a idéia de parâmetro de felicidade em uma atmosfera "material, efêmera, com prazo de validade, perecível", como esta, em que insistimos em viver todo dia.

Publicidade gera pseudos-felicidades.
A psicologia, desmitifica.
Filosofia, joga ácido nela.

Não posso entregar a rudeza de meus pensamentos em uma torpe e gasosa idéia de fundamentar a vida nessa história "baixa" e "sacana" de felicidade.
Felicidade foi algo inventado pelo cinema. E só.

Nenhum índio pleiteia ser feliz. Eu, como você, tenho sangue de índio. Ou não?

Fujo dessa tal felicidade. E por isso, com muito prazer, jamais serei um infeliz.

Felicidade? Sério?

"A felicidade é um estado de plenitude, de não-desejo. (...)
Pra que a felicidade seja possível, podemos, por exemplo, não querer nada.
Se você não quiser absolutamente nada, se não tiver nenhum desejo, pronto, você já é feliz. (...) A felicidade não pode ser feita. Não é possível fazer você feliz. É possível que você fique feliz, claro. Mas isso é com você."
(Trechos de A Felicidade, em Tudo o que a Grande Mente capta, de Rosana Hermann e Isaac Efraim. Editora Gente, São Paulo, 1993.)

É.

Se quereis a certeza das diferenças entre o prazer e a dor, comparem a impressão do animal que devora outro, com a impressão do devorado.
Arthur Schopenhauer

NAQUILO que ACREDITO

Ando acreditando em coisas que alguns não ousaram em sequer, saber do seu peso. Não desconfio da filosofia. Nem dos filósofos. Nem do compromisso de ambos com tudo. Às vezes me pergunto, como seria o mundo sem filosofia, e filosofia sem mundo. A filosofia desacredita no tédio, porém desafia-o com ceticismo polido. A grande linha de pensamento (quem pensa?) vem com Sócrates, Platão e Aristóteles; descarrega em Descartes, Kant, Schopenhauer e Nietzsche; desemboca na não-sutileza de Sigmund Freud. O ser que entender esse caminho, fatalmente estará fadado ao entendimento de si mesmo(a).
A grande questão é: pra que tudo isso, se um dia vamos dizer adeus?