terça-feira, 29 de abril de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Algumas coisas sobre os Nardoni
Após a fatídica entrevista no "duro de roer" "Fantástico", tenho algumas observações a respeito do casal mais fubecado nos últimos tempos:
- Ambos são muito vazios intelectualmente.
- Anna Jatobá não demonstra afeto, nada de positivo. Tem um semblante de "mulherzinha ordinária".
- Alexandre é fraco, típico "marido capacho".
- Se a intenção foi "atuar", são péssimos atores.
- Se eles acham que eu sou idiota, eu não sou.
- O "mea culpa" ficou explícito no que ficou implícito.
- O pretenso choro de Jatobá foi coisa de quinta categoria.
- São eles os assassinos.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
É fato que, pela ótica da imprensa, Alexandre Nardoni mostra-nos impassível, de uma crueza segura, olhar vazio, distante. A madrasta, idem. É um casal sinérgico, muito próximo em reações. As semelhanças assustam. Se são realmente os responsáveis pelo assassinato, onde estão sentimentos de remorso, arrependimento, de lamento? O corpo, mais dia, menos dia, diz isso. Não no caso deles. Muitas vezes, não se vê traços naturalmente humanos em ambos. Frieza e calculismo combinam. É a antítese do sentimento puro. Está explícito. Na outra ponta, a mãe. É de se notar um isolamento providencial, uma quietude letárgica, diante do inquérito policial. Um equilíbrio que nos assusta, apesar de válido para um momento de forte duelo entre emocional e racional. Há, certamente, todo um histórico passional nas barras do assassinato. Duas mulheres, uma atual e outra ex e um pai, marido. Em alguns exemplos os filhos viram um açoite da falta de sabedoria de quem os cria. Hoje, mães abandonam recém-nascidos, pais abusam sexualmente, casais brigam com os filhos no meio, a família vê-se destroçando em práticas individualistas que não se justificam do lado avesso. E deu no que deu.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Em cima da hora!
terça-feira, 15 de abril de 2008
Frase-cabeça do dia:
Autor: Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República.
Fonte: www.g1.com.br
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Naquilo que não acredito
O Brasil inteiro está apreensivo com isso.E o caso está perto do desfecho.
Porém, muitas brechas se abrem nisso tudo.
Uma delas, vai de encontro ao que as pessoas querem dessa vida.
A sociedade está desfigurando sua forma.
Aos poucos, degrau a degrau.
Como pode um doce desse pagar pela inoperância (e sei lá mais o que) de quem a estrangulou e matou?
Para que isso?
Onde iremos parar? Se houver uma parada, claro.
Eu não acredito mais. E não me pergunte no quê.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
"Abaixo o amor", por Gikovate
quarta-feira, 9 de abril de 2008
2) Plásticas
3) Centrados
4) Centradas
5) Superficial e descartavelmente
Renata Fernandes, jornalista:
4) Dóceis e submissas (rs), fazendo sexo, no escurinho.... só levantando as anáguas (rs)
4) As muheres deveriam estar mais como as de antigamente, hoje elas perderam alguns valores, mas também conquistaram muitos outros, e por isso seja o preço que tivemos que pagar. A competição com o homem, que não deveria ser competição e sim conexão, pois todos nós precisamos um do outro.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Elizabeth Dunn, que coordenou a pesquisa, disse que os especialistas queriam testar a teoria de que a forma como as pessoas gastam seu dinheiro é tão importante quanto o tamanho do salário. "Independentemente do tamanho da renda, os que gastaram dinheiro com os outros disseram se sentir mais felizes do que os que gastaram consigo mesmos."
A buceta oportunista
Nesse mundo meu e seu.
Uma coisa que me irrita, proporcionalmente à medida em que já não me surpreende mais.
Há uma mulherada vagabunda que só vê saída na prostituição como meio de vida.
Uma mulherada que não quer trabalhar, só curtir a vida.
Mulheres que só servem para dar, nada mais que isso.
Dão, cobram, cobram alto, vão para a TV, engravidam, posam de lindas e maravilhosas, vão para a Playboy ou Sexy, dizem que o nu é artístico e são o exemplo da esperteza emergente.
Nunca vi, desde que me conheço por gente, uma proliferação de tanta mulher fútil e vigarista como de uns 15 anos para cá. Nunca!
O que aconteceu em Nova York, com o governador (e a distinta era, claro, brasileira!).
Agora, essas moçoilas que ficam cozinhando o galo no Big Brother Brasil vão fazer suas fortuninhas emergentes mostrando a xereca e os peitos siliconados, com cara de "vem cá que tô na tua!".
O narcisismo prolifera! É exagerado. A internet escancara!
A era da buceta oportunista está no auge!
Doa a quem doer!
E foda-se o resto!
Que bosta!











