Fabricio Carpinejar veio ontem ao Sesc Rio Preto.
Finalmente!
Um momento bacana e oportuno. Carpinejar é um poeta gaúcho da nova geração e um dos mais talentosos.
Cheguei no meio da palestra, pois matei a segunda aula na faculdade. No momento em que cheguei, Carpinejar abriu para perguntas. Perdi boa parte da explanação. Mas, tudo bem.
Pouca gente. Dava pra contar. Acho que umas 20 pessoas. Porém, pessoas de qualidade e interessadas. Rio Preto "é" assim: ignorante para coisas fundamentais.
Carpinejar abriu para perguntas. Eu perguntei depois da primeira pergunta. Na verdade, não parei de perguntar. Sou curioso, investigo. E não me importo do que vão achar disso. Quis saber dele do que acha da "alienação" da língua portuguesa na internet, principalmente na forma de as pessoas se comunicarem, perguntei o que ele mais lê, se conhece o destinatário de seus escritos (acho que a maioria dos escritores não sabe quem lê seus livros), etc...
Carpinejar gostou de ter vindo. É simples. Fala bem. No gauchês, trilegal. No final, fui cumprimentá-lo. Estava com um óculos "mosca". Carpinejar é brincalhão. Eu disse que precisei faltar na aula para estar alí. Ele emendou: "... putz... quer que eu dê um atestado?" (rs)
Valeu à pena. O cara é punk.















