terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Um ano termina e vem a grande questão...

Nos desejam feliz ano novo porque, inconscientemente, já apregoam que devemos viver um ano inteiro completamente bem, o que é uma tremenda hipocrisia disfarçada de engajamento social correto.
Não compactuo com isso. Minha consciência não deixa mais.
Não penso que as pessoas realmente estão preocupadas com nosso bem-estar no ano.
Na verdade, em uma atmosfera competitiva torrencial como a nossa, querem mais é que a gente se dane.
Afinal, o que muda de um ano para o outro?
O calendário?
Acho que só.
Uma coisa termina e outra começa. Assim é a vida. Senão o fio não teria fim.
Há pessoas que vivem o dia-a-dia, costumeiramente, matando um leão por dia (ou por hora).
E há pessoas que vão de mês a mês, pensando no salário no 5º dia útil.
E outras que fomentam a vida de ano a ano, como se isso fosse realmente útil.
O que fazer? Não sei.
Se 2009 vem aí, o melhor que você tem a fazer é escapar para continuar vivendo.
Assim será, se realmente tiver que ser.

Em "O Código da Vinci"...

...até aqui virás, porém não mais adiante; e aqui se quebrarão as tuas ondas orgulhosas?

Jó 38:11

Não me venha com esse papinho infeliz de felicidade!

"Existe apenas um único erro inato, que é o de acreditarmos que vivemos para sermos felizes. Toda a satisfação, ou o que em geral se chama de felicidade, é sempre e apenas negativa na sua essência, nunca positiva. Tudo na vida demonstra que a felicidade terrena é destinada a ser reconhecida como malograda ou como uma ilusão."

Arthur Schopenhauer, in "A Arte de Insultar"

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

2008 ----------------- punkismo ----------------- 2009 ---- continua


Meu, 2008 foi realmente um ano bom.
Equilibrado, sem nenhum acontecimento ruim em minha vida.

Devo isso a Deus, sempre.

Meu primeiro semestre foi de um jeito: faculdade e Clube da Moda.
O segundo, de outro: terminando o quarto ano na faculdade e fazendo programa de TV.

Ou seja, punk.

Que assim seja!
Que venha!
Bom ano a você que me lê.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Sinais do final dos tempos

Mateus 24:5-8 nos dá algumas indicações importantes para que possamos discernir a aproximação do fim dos tempos:
“Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.”
Um aumento de falsos messias, um aumento de guerras e aumento em fomes, pragas, desastres naturais: estes são “sinais” do fim dos tempos. Mas mesmo nesta passagem, entretanto, estamos sendo advertidos. Não devemos nos deixar enganar (Mateus 24:4), pois estes acontecimentos são apenas o “princípio de dores” (Mateus 24:8), e o fim dos tempos ainda está por vir (Mateus 24:6).
Muitos intérpretes apontam cada terremoto, cada agitação política e cada ataque a Israel como um sinal preciso de que o fim dos tempos está rapidamente se aproximando. Mesmo sendo estes eventos sinais de que o fim dos tempos se aproxima, não são necessariamente indicadores de que o fim dos tempos já chegou. O Apóstolo Paulo avisou que os últimos dias trariam um notável aumento nos falsos ensinamentos. “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (I Timóteo 4:1). Os últimos dias são descritos como “tempos perigosos” por causa do aumento do caráter maligno do homem e pessoas que ativamente “resistem à verdade” (II Timóteo 3:1-9; veja também II Tessalonicenses 2:3).Outros possíveis sinais incluiriam a reconstrução de um templo judaico em Jerusalém, aumentada hostilidade para com Israel e avanços para um único governo mundial. O sinal mais importante do fim dos tempos, entretanto, é a nação de Israel. Em 1948, Israel foi reconhecido como um Estado soberano pela primeira vez desde 70 d.C. Deus prometeu a Abraão que sua posteridade possuiria Canaã como uma “perpétua possessão” (Gênesis 17:8), e Ezequiel profetizou uma ressurreição física e espiritual de Israel (Ezequiel 37).
Ter Israel como nação em sua própria terra é importante à luz da profecia do fim dos tempos, por causa da distinção de Israel na escatologia (Daniel 10:14; 11:41; Apocalipse 11:8). Tendo em mente estes sinais, podemos ser sábios e discernir em relação à expectativa do fim dos tempos. Não devemos, entretanto, interpretar qualquer destes eventos únicos como uma clara indicação da iminente chegada do fim dos tempos. Deus nos deu informações suficientes para que possamos estar preparados, mas não informação suficiente para que nos tornemos arrogantes.

Homens de Preto atuando no Brasil

Um alerta:
Os Homens de Preto, misteriosa organização envolvida na conspiração para preservar o silêncio oficial sobre a presença de extraterrestres em nosso planeta, têm como uma de suas características menos marcantes o fato de se concentrarem nos países de primeiro mundo. Como tudo que diz respeito a estes personagens, não há uma razão conhecida para isto, embora se especule que a razão esteja relacionada ao potencial de atenção da mídia global que os casos ocorridos em países ditos desenvolvidos podem gerar.
Entretanto, há casos documentados de intervenções dos Homens de Preto em nosso país. Uma das mais clássicas, por incluir praticamente todas as características indicadas na literatura (veículos escuros e não identificados, trajes escuros e assentando mal, fala com sotaque inidentificável e usando palavras incomuns, ameaças claras feitas em tom isento de emoção e total ausência de contato físico) ocorreu com um atual membro da WMBI/BR. O
relato de M. Fonseca sobre seu encontro com os chamados MIBs (que infelizmente não guardam qualquer semelhança com os personagens humorísticos do filme homônimo) é inequívoco: ele, em companhia de um aprendiz, foi abordado em 14 de julho de 1996 por 2 homens (ou, melhor dizendo, 2 seres) vestidos com ternos escuros fora de moda no saguão de um hotel em Belo Horizonte, e coagido a acompanhá-los até seu veículo - um Opala Comodoro preto, com aparência de 0km e sem placas.

O fim do mundo: 2012? 2014?

  • O calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solestício de Inverno, 21 de dezembro, de 2012. Tão grave será o acontecimento, que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo.
  • O I-Ching (livro chinês sobre concepções de mundo e filosofias de vida) prevê que o mundo irá acabar a 21 de dezembro de 2012.
  • Em termos astronômicos, somos um simples ponto num universo gigantesco. Imaginar que temos qualquer relevância em termos espaciais ou temporais é antropocentrismo no seu pior – quando na Ficção Científica lemos ou vemos que extraterrestres vêm à Terra para mudar o curso da nossa história e do resto do universo temos que ver isto somente como uma forma de entretenimento. É um Geocentrismo temporal – continuamos a pensar que somos especiais no Universo, neste caso em termos de tempo. O mesmo se passa nestas previsões.
  • Os astrônomos a apelidaram de “Nuvem do Caos” porque ela dissolve tudo o que encontra em seu caminho incluindo cometas, asteróides, planetas e estrelas inteiras. Sua direção é a Terra. A notícia foi publicada no site do tablóide norte-americano “Weekly World News” com a seguinte manchete: “O mundo tem o direito de saber!”. O buraco negro do qual a nuvem foi expelida se encontra a 28 mil anos-luz da Terra. Descoberta pelo laboratório de raios X Chandra da NASA, estação espacial norte-americana, a nuvem de poeira cósmica tem a largura de 10 milhões de milhas e foi comparada a uma nebulosa ácida que se move em nossa direção perto da velocidade da luz. A data estimada para sua chegada é 1º de junho de 2014, às 9h15min.

Cheiro de Armageddon - 3

Um dia me veio à cabeça a certeza de que estamos vivos somente porque "escapamos" de morrer.
Viver é um risco permanente, esteja em que condições estiver.
Continuar vivendo é escapar a algum percurso desviatório, somente isso.
Não que os desígnios de Deus não sejam concretos ou existencialistas. Não é isso.
Mas para fazermos valer nossas vidas é preciso que façamos algo a mais por ela.
É preciso que cada um faça sua parte, sua honrosa parte.
Vou dizer aqui o que penso a esse respeito:
  • Não sou contra que a pessoa tenha filhos. De maneira alguma, visto que isso poderá acontecer naturalmente comigo. Mas sou contra algumas formas projetadas nesse fim, por parte de alguns. É certo que homens e mulheres se unem para complementar sua auto-afirmação social, dizer ao mundo e à sociedade que têm papel determinante, e etc... Fazem um filho para ostentar um "troféu", não porque dar luz a uma vida tenha um caráter menos egoístico e mais contextual. Condeno também os que colocam filho no mundo para ocupar espaço, para consumir, para não produzir bens humanos e liberar lixo ambiental. É o que penso.
  • Necessário entender que estamos aqui para adquirir conhecimento e emanar sabedoria, ajudar a quem precisa e lutar pela evolução espiritual. Nada, além disso, tem sentido real para Deus.
  • Até hoje não entendemos a lógica do amor. O amor permanece ainda narcísico e voltado para si mesmo, projetado no outro como carências e conflitos internos e edificado como um relacionamento conjugal. Até que ponto algumas uniões são realmente verdadeiras?
  • Globalizado, o mundo é para competir, o tempo todo. Quem não souber ganhar ou perder, está fora do jogo. Viver, então, é um jogo de xadrez, ou uma luta de boxe, ou então um jogo de dominó, onde você vai codificando as peças mais ideais naquele momento.
  • Sexo, drogas e dinheiro. Poder, consumismo, individualismo. São as drogas da atualidade. Como libertar-se delas? Não temos tempo para pensar no "como". Então, aja logo.
  • O que seremos daqui pra frente? O que vamos querer e o que dispensaremos?
  • O que fazemos aqui? Somente vivemos e nada mais?
  • Rimos em banquetes e gozamos o orgasmo do sexo narcísico?

Um pouco do que penso. Somente um pouco. Bem pouco.

Cheiro de Armageddon - 2

Chuvas.
Chuvas intensas.
Chuvas em caráter de dilúvio.
Algumas cidades do Brasil vão sendo castigadas pelas chuvas e pela consequência delas, as enchentes e inundações. Alguém tem idéia do que isso representa?
Uma cidade submersa, tomada por água até o teto, é coisa absurda, porém compreensível...
Quando digo que há um cheiro de Armageddon no ar, falo disso seriamente. Não é para causar espanto. Eu realmente acredito que teremos um "fim".
Se o século 20 foi um século da revolução industrial e de conflitos entre as nações, o 21 certamente está pintando como o século das catástrofes ambientais.
Chegou o momento da natureza dizer o que é. Foi mansa por muito tempo e objeto de adoração/admiração por parte de alguns. Mas muitos pisotearam a natureza global, talvez pela incrementação do invidualismo e da ausência de pensamento coletivo.
O ser humano tem que se preparar para o "bote". Ele é um produto da própria natureza e fez o que fez com ela. Vejo gente preocupada com as compras no shopping, se a bolsa é Victor Hugo, se o carro é um Honda Civic.
Essa mesma gente é a "gente" que joga papéis na rua, bitucas de cigarro, que produz lixo o tempo todo, consome, consome, consome e consome. Apenas consome.
Ignorância e baixa capacidade intelectual estão traduzindo o pensamento apocalíptico.
O mundo já foi vários mundos, em várias épocas. Pessoas, também. Mas as pessoas de hoje estão incapazes de mudar o jogo, dada a proporção de egoísmo e cultura narcísica.
Vai chover mais. Dezembro e janeiro são meses de alta milimetragem pluvial.
O que esperar?
Proteja-se. É o melhor a fazer até então...

Cheiro de Armageddon...

Após um tempo de hiato pensante, em que estive distante desse blog, volto a assimilar algumas idéias a respeito das coisas que realmente acredito e que estão me rodeando temporariamente.

2008 está chegando ao fim.
Foi, certamente, um ano rápido. Voou, para melhor dizer.
Todo mundo acha isso.
Qual a explicação?
Há coisas estranhas acontecendo atualmente. Nos quatro cantos do planeta.
Muitas mortes ocorreram em 2008. Não digo mortes morridas, mas mortes transformadas em tragédias mesmo.
Para citar alguns, do menino João Roberto, de Isabella Nardoni, da garota de 12 anos torturada pela mãe adotiva em Goiânia, o esquartejamento da adolescente inglesa e também dos irmãos pelos pais, o sequestro e assassinato de Eloá, da menina de Curitiba encontrada em uma mala na rodoviária, o gesto de ignorância plena contra si mesmo feito pelo ex-marido de Susana Vieira, Marcelo Silva, o assassinato da remadora do Flamengo e, até aqui, a morte misteriosa da universitária de Bauru no Cruzeiro.

A eleição de Barack Obama foi interessante. Mas será que sobreviverá?

Madonna no Brasil propõe a exacerbação do espírito dançante nas pessoas em um período castigado por enfoques negativos e sufocamento ambiental.

Pense nisso.