Em um momento bucólico, no MSN:
Marcus diz:
Que nome você não gostaria de ter?
Alinne diz:
Deise, Rebeca, Charlote.
sábado, 30 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Entre o nariz e o queixo
O beijo
um bicho
um baixo
delírio
uma coisa
bolada
um doce
disforme
uma rosa
tocada
um arco
vencido
de gosto
melado
a gosto
no gosto
me chama
ao teu lado
na chama do vinco
intenso restauro
do teso tinto
um lábio chamado
vinho,
tinto libido
:: Marcus Gabriel ::
(dedicado a Gisele Sanches)
sábado, 16 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Existencialismo de Bono sobre a vida
"O conselho do meu pai para mim, nunca verbalizado, foi: Não sonhe! Sonhar é se desapontar!"
"E isso não é uma prioridade para o Ocidente. São dois 11 de setembro por dia. Ou 18 aviões Jumbo carregados de pais, mães e famílias caindo do céu. Nenhuma lágrima, nenhuma carta de condolências, nenhuma saudação com 51 tiros. Por quê? Porque não damos à vida africana o mesmo valor dado a uma vida européia ou norte-americana. Deus não nos deixará impunes por isso, e a história com certeza não aceitará as nossas desculpas".
"Ser uma celebridade é ridículo, mas é uma moeda que eu quero usar bem."
"Eu penso que, no final das contas, o grupo é totalmente rebelde por causa de nossa postura contra aquilo que as pessoas entendem ser rebeldia. Aquela coisa toda de estrelas do rock jogando seus carros dentro da piscina? Isso não é rebeldia... Rebeldia começa em casa, em seu coração, em sua recusa de comprometer suas crenças e seus valores..."
"Sou um músico escrevinhador, fumador de charutos, bebedor de vinho, leitor da Bíblia."
Bate-papo com supervisor de Gestalt
Marcus: Como a Gestalt não se concentra no sintoma do problema que o paciente traz, de que forma então recorremos à CID para focar o tratamento?
Prof. Antonio: A Gestalt relutou muito no passado, mas atualmente ela aceita o diagnóstico da psicopatologia. O fato de não se concentrar no sintoma para trabalhar e sim no todo, não significa que ela não reconheça o sintoma.
Marcus: Porque em várias situações, a hipótese diagnóstica vai nos indicar o sintoma... e a gestalt-terapia quer o "todo". Como procedo nessa questão?
Prof. Antonio: Aliás, nós muitas vezes procuramos fazer o cliente entrar em contato com o sintoma e perceber o que o sintoma "diz" para ele mesmo.
Prof. Antonio: A Gestalt relutou muito no passado, mas atualmente ela aceita o diagnóstico da psicopatologia. O fato de não se concentrar no sintoma para trabalhar e sim no todo, não significa que ela não reconheça o sintoma.
Marcus: Porque em várias situações, a hipótese diagnóstica vai nos indicar o sintoma... e a gestalt-terapia quer o "todo". Como procedo nessa questão?
Prof. Antonio: Aliás, nós muitas vezes procuramos fazer o cliente entrar em contato com o sintoma e perceber o que o sintoma "diz" para ele mesmo.
Marcus: A percepção que ele tem sobre o que há... e proporcionar o 'self-support' em cima disso.
Prof. Antonio: Sim. Sobre o que ele sente, o que ele pensa e o que ele faz.
Marcus: Não importando qual psicopatologia for? Não há como conscientizar um psicótico, por exemplo...
Prof. Antonio: Importar, importa. Afinal, dependendo da gravidade da patologia, o grau de consciência varia. E aí cabe ao terapeuta procurar o melhor caminho para o cliente entrar em contato com ele. Um psicótico é dificil. Se na terapia nós trabalhamos com apoio e frustração, com o psicótico é mais apoio e quase nenhuma frustração.
Marcus: Minha dúvida persistia nesta questão do sintoma. Na triagem, o sintoma fica em primeiro plano. Mas no processo, não trabalhamos focados no sintoma do paciente... Então, pela Gestalt não sabia como transcorrer. No caso da baixa-estima, é outra coisa, acho que mais perceptível e gradual na conscientização. Mas com respeito às psicopatologias...
Prof. Antonio: Realmente, são os nós do processo.
Prof. Antonio: Sim. Sobre o que ele sente, o que ele pensa e o que ele faz.
Marcus: Não importando qual psicopatologia for? Não há como conscientizar um psicótico, por exemplo...
Prof. Antonio: Importar, importa. Afinal, dependendo da gravidade da patologia, o grau de consciência varia. E aí cabe ao terapeuta procurar o melhor caminho para o cliente entrar em contato com ele. Um psicótico é dificil. Se na terapia nós trabalhamos com apoio e frustração, com o psicótico é mais apoio e quase nenhuma frustração.
Marcus: Minha dúvida persistia nesta questão do sintoma. Na triagem, o sintoma fica em primeiro plano. Mas no processo, não trabalhamos focados no sintoma do paciente... Então, pela Gestalt não sabia como transcorrer. No caso da baixa-estima, é outra coisa, acho que mais perceptível e gradual na conscientização. Mas com respeito às psicopatologias...
Prof. Antonio: Realmente, são os nós do processo.
Marcus: A paciente de 12 anos que estou para marcar tem histórico de depressão leve. Há, então uma HD reconhecida. Faço-a enxergar a depressão?
Prof. Antonio: Uma possível HD... Ela primeiro tem que tomar consciência do que sente.
Marcus: É o "sentir" o primeiro estágio, então...
Prof. Antonio: A depressão é sentida pelo cliente. Nós é que a vemos.
Prof. Antonio: Uma possível HD... Ela primeiro tem que tomar consciência do que sente.
Marcus: É o "sentir" o primeiro estágio, então...
Prof. Antonio: A depressão é sentida pelo cliente. Nós é que a vemos.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Papinho-verde
Marcus diz:
Em algum dia de sua vida já se sentiu como um maço de cebolinha?
Daniela diz:
Um maço de cebolinha ressecado ao sol, totalmente inútil....sim, várias vezes.
Em algum dia de sua vida já se sentiu como um maço de cebolinha?
Daniela diz:
Um maço de cebolinha ressecado ao sol, totalmente inútil....sim, várias vezes.
domingo, 10 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
Pérolas orkutianas /// relacionamentos anteriores
Verificando alguns dados no orkut de pessoas diversas, interessante saber o que "aprenderam com os relacionamentos anteriores". Veja alguns, de mulheres:
- Que o próximo será diferente.
- Que sempre tem coisa melhor.
- Ter paciência!!!
- Que nem tudo é para sempre e que as pessoas não são como mostram de inicio.
- A doar, respeitar e compreender a individualidade de cada pessoa.
- Não tive relacionamentos anteriores, mas o atual é ser fiel acima de tudo.
- Que nesta vida tudo vale a pena.
- Não dirigir bêbada.
- Nunca me diga "te amo" se eu não te interesso. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida, se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém, se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que se pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você, quando você não pretende fazer o mesmo.
- Não aprendi.
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