sexta-feira, 31 de julho de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Mulata-power: brasileiras, lindas e especiais (e tudo o mais)

O que dizer de Juliana Alves, Sheron Menezes e Taís Araújo? São as mulheres mais lindas do Brasil, na minha opinião. São elas as atuais "spice girls" do movimento "mulata-power".
Some-se a cantora Paula Lima, outra pérola negra estonteante.
Indiscutivelmente, as mais brasileiras, lindas e especiais do país da mulher mais bonita do mundo.

A "paz" que está em nós



Paz Vega, em dois momentos no cinema: a paz que eu quero ter

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Preceitos gestálticos acerca da metodologia psicológica

"Valorizar a experimentação existencial, o momento vivencial como forma de possibilitar ao paciente entrar em contato com sua própria realidade, com o momento do agora, desprovido de determinismos ou verdades absolutas, tendo em vista uma concepção de homem mutável e em constante processo de construção de si mesmo."

segunda-feira, 13 de julho de 2009

E a coisa vem lá debaixo...

Não era nem o caso de ter a figura dessa figura aqui em meu blog. Em todo caso, está. Joe Jackson tem uma certa similaridade física com algo demoníaco. Tudo bem que por causa dele os Jackson 5 foram criados e daí surgiu Michael. Mesmo assim, Joe Jackson é uma íngua e cada vez que aparece dá vontade de vomitar.
E tenho dito.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

E no Twitter

"Muita gente vai morrer sem saber o seu papel no mundo. Eu sei o meu, eu fiz a minha história. Eu criei o meu legado."
(Wanderley Luxemburgo)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ao meu ver

Michael Jackson poderia estar vivo, fazendo tratamento psicológico com a disposição de se livrar dos transtornos. Seu campo perceptivo era mais ligado à fantasia do que à realidade.
Princípios de responsabilidade e realismo, idem ao tratamento.
A Gestalt-terapia seria eficaz com Jackson, principalmente na questão existencial:
- Quem é você? O que é você? Como é o seu mundo? Como sente-se no mundo tal qual ele é? Qual a sensação de estar como está? O que quer de sua vida? E para onde quer ir?
Amadurecimento psicológico poderia livrar Michael da morte prematura por "conscientização".

Jackson e sua psicologia desfigurada

Fase Thriller: o homem e o monstro do homem

Pesquisando a CID-10 (Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento), encontrei o que, por observação e evidências concretas, Michael Jackson poderia ter manifestado e, principalmente, entrado em colapso ao fazer uso de medicamentos com efeitos colaterais vitais:

F45.2: Transtorno hipocondríaco:
O aspecto essencial desse transtorno é uma preocupação persistente com a possibilidade de ter um ou mais transtornos físicos sérios e progressivos. Há uma preocupação excessiva com a aparência física, e nisso Michael Jackson demonstrava ter, constantemente. Mudar o nariz de negro para um socialmente mais "aceito" foi uma das atitudes.

  • Depressão e ansiedade marcantes estão muitas vezes presentes.
  • O encaminhamento ao psiquiatra geralmente é mal-aceito.
  • Recusa persistente de aceitar a informação ou reasseguramento de vários médicos diferentes de que não há nenhuma doença ou anormalidade física causando os sintomas. Michael Jackson relutava em aceitar opiniões de amigos e especialistas, realizando a auto-medicação constantemente e de maneira descontrolada. Uri Geller chegou a brigar com Michael para deixar os medicamentos, sem sucesso.

A "Síndrome de Peter Pan", dita em alto e bom som sobre o que Michael poderia ter, não consta na DSM-IV, mas foi aceito pela escola psicológica, sobretudo após estudos do Dr. Dan Kiley (1983). Os sintomas principais são: narcisismo, negação ao envelhecimento, rasgos de irresponsabilidade. Haveria, portanto, uma despersonalização em Michael resultando na alteração da face, fruto de uma identificação projetiva em Peter Pan. Isso são probabilidades. Educações repressoras são fatores desencadeantes deste problema.
Na história, Pan vive na Terra do Nunca (Neverland). Michael Jackson construiu seu conto-de-fadas particular.
O infantilismo (o adulto que procura viver como criança) não pode ser confundido com pedofilia, mesmo sendo uma parafilia. Me faz crer que Michael Jackson, no alto de seus 30, 40 anos, projetava-se nas crianças das quais se cercava. Via-se nelas, quase que a maior parte do tempo. Em Neverland, segundo relatos de funcionários, era o único adulto entre elas. Era como uma "entidade superiora", capaz de entender as visões infantis e fazer da vida uma doce brincadeira.
O infantilismo ocorre devido a traumas de infância, falta de afeto e atenção. É público e notório que Michael Jackson era mais um número dentre os 8 irmãos que teve e o que absorvia mais as severidades do pai Joseph. Contudo, diante das diretrizes diagnósticas do infantilismo, Jackson não se vestia como um bebê, mas agia como uma criança indefesa e pura, até emocionalmente.
Em entrevista ao jornalista Martin Bashir, disse que um de seus costumes era ficar com bonecas no colo, tamanha a vontade de ter um filho. Debbie Rowe viu isso e resolveu satisfazer o desejo de Michael, talvez por pena. Dito e feito. Para uma apuração maior dos transtornos psicológicos de Michael, há a necessidade de entender as relações familiares, com mãe, irmãos e irmã. Apesar de artista pop indiscutível e com talento de sobra, pessoalmente era um indivíduo perturbado e vítima de repressões paternas.
Quem nos garante que o "Capitão Gancho" na vida de Michael não era o próprio pai?

Reputação e caráter

"As circunstâncias entre as quais você vive determinam sua reputação. A verdade em que você acredita determina seu caráter. A reputação é o que acham que você é. O caráter é o que você realmente é... A reputação é o que você tem quando chega a uma comunidade nova. O caráter é o que você tem quando vai embora... A reputação é feita em um momento. O caráter é construído em uma vida inteira... A reputação torna você rico ou pobre. O caráter torna você feliz ou infeliz... A reputação é o que os homens dizem de você junto à sua sepultura. O caráter é o que os anjos dizem de você diante de Deus". (por Arnaldo Jabor)

domingo, 5 de julho de 2009

Gullar não é pecado

Admiro muito os colunistas da Folha. Dentre eles, Ferreira Gullar é um dos mais lúcidos e ao mesmo tempo mais perturbados, características que considero como ideais para quem lida com ser humano. Gullar, neste domingo, em sua coluna na Ilustrada, reforça a necessidade "urgente" de um estadista no Brasil, em detrimento do que o governo Lula faz socialmente. Eu partilho dessa tese, porque não gosto do presidente, seu discurso pobre, sua animação em receber o Corinthians em pleno horário comercial, é do balacobaco.
O Brasil segue corrupto, até pelas ações de um ex-presidente e vai tapando o sol com a peneira. É o país da gentalha emergente, que enriquece às custas mais de malandragem do que de trabalho honesto. O Bolsa Família atinge quase 40 milhões de pessoas no território nacional. Não resolveu problemas, apenas colocou comida na boca de famílias com um, quatro, nove filhos... É uma política burra, porque não contém a taxa de natalidade e ninguém se prontifica a fazer com que homem e mulher parem de ficar fazendo filho à revelia. Muitas coisas ficam a dever, por falta de inteligência.
Socialmente o país está uma bagunça só. Mas culpa do povo também, que vai empurrando com a barriga sua vida. Gullar diz: "...ter filhos se tornou, no Brasil do Lula, um modo fácil de aumentar a renda familiar.".
O que mais podemos dizer?

Agradecendo ao comentário

Recebo, muito gentilmente, um comentário acerca do que expressei nesse blog sobre Michael Jackson (que diga-se de passagem, ainda é pouco diante do que penso). Sendo assim, torno mais relevante ainda suas palavras:

"Encontrei uma pessoa que conseguiu transmitir tudo que eu penso em palavras, coisa que eu mesma nunca consigo fazer. Achei seu blog por acaso e estou admirada por sua inteligência, por sua maneira prática e direta, porem sensível de enxergar as coisas. Parabéns. Meu nome é Aline, tenho 24 anos e sou de Minas Gerais."

Muito obrigado, e mantenha contatos sempre (que puder e quiser).

sábado, 4 de julho de 2009

O que foi, de fato, Michael Jackson?

Minhas observações sobre o Sr. Michael Joseph Jackson:
  • Com humilde linha de sabedoria aponto que Jackson tinha transtorno de personalidade;
  • Qual transtorno exatamente, não sei ao certo e seria muita pretensão sabê-lo sem conhecê-lo;
  • Seu universo fantasioso era uma prisão; um quadrado mágico com uma prisão em volta;
  • A letra de "They Don't Care About Us" é profética e fala de morte;
  • Curiosamente, as últimas imagens do ensaio antes do show são dessa canção;
  • Michael Jackson sofreu boicote e discriminação por parte de muita gente, muita gente mesmo, na época dos escândalos sobre abuso sexual contra crianças; curiosamente, essa mesma gente (que inclui até a imprensa brasileira) chorou exaustivamente sua morte;
  • Jackson era frágil e uma fortaleza, ao mesmo tempo; era tudo e nada, era branco de alma negra, era personagem de si mesmo, era uma idealização subjetiva da infância perdida no tempo;
  • "Earth Song" é uma de suas mais belas canções e fala sobre as indignações de Michael sobre as coisas erradas no mundo e já configurava um discurso sobre as ameaças ambientais; nesse ponto, ele era certeiro e impunha em suas composições uma certa sensibilidade excêntrica que tinha desde cedo;
  • Sua família foi-lhe um "fardo" pesado, distribuida em pessoas "anuladas" pela repressiva educação de Joe Jackson, um negro pra lá de conservador; Michael fora o mais reprimido, por conter um talento diferenciado desde os 5 anos;
  • "Thriller" e "Bad" tinham o mesmo contexto, apesar de criadas em épocas bem diferentes de sua carreira; a primeira, apesar de pobre, é uma metáfora sobre o terror que há dentro de nós mesmos; a segunda, engloba isso e mais um pouco, sobretudo em quem é realmente mau no contexto todo;
  • Outra canção, "Man in The Mirror" ("O Homem no Espelho"), Michael expunha a necessidade de mudança: "Estou começando com o homem no espelho, estou pedindo a ele que mude seus modos e se você quer fazer do mundo um lugar melhor, olhe para si mesmo, e então faça aquela mudança...".
  • Joe Jackson parece ter vivido muito, muito distante de Michael e vice-versa;
  • A comoção foi tanta que 12 fãs cometeram suicídio ao saberem da morte de Jackson. A loucura é uma linha sem limites e, em se tratando de "modelo de referência" para muitas pessoas, acho até que foi um número baixo. Mas muitas pessoas perderam seus sentidos de vida ao saberem do final trágico do ídolo. Nada incomum em um mundo regido pelas leis do mito;
  • De longe, posso dizer que havia nele um coração sensível e muitas vezes incompreendido socialmente;
  • Acredito ter sido até "bom" Jackson ter morrido aos 50. Com a velhice se aproximando, seria tenebroso vê-lo senil com o aspecto facial que tinha, com a obsessiva mania de juventude, sendo jogada no ralo pela natureza do tempo;
  • O encontro de sua alma com Deus deverá ter um grande ajustamento de contas;
  • Sua "escultura facial" ao longo do tempo leva a crer que traços egípcios antigos tenham sido a (maior) inspiração;
  • Em 1985, seu melhor "amigo" era um chimpanzé, o Bubble; Jackson cresceu tendo relações superficiais com adultos e mais aprofundadas com animais e crianças. Freud explica;
  • Por enquanto é só.