terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

A pergunta:

E para onde é que estamos indo?

"24 Horas": lição de vida



Linha tênue: Bauer (todos dependemos dele), Chloe (a lealdade), Nadia (a linda decisão em segundos), Bill (o comando é questão de postura) e Morris (sentimentos proibidos)


Finalmente terminou (até o próximo vagão), a aclamada "24 Horas".
Três semanas dormindo 5 horas/dia em razão da insustentável leveza a que me cabe, nessa odisséia toda. "24 Horas" é um projeto da Fox Films extremamente justificável. É bem americano. Contemporâneo. Denso.
Há sentimento em toda emboscada violenta que se preze. Entre os que trabalham (sem comer, sem dormir, sem beber água, sem ter vida pessoal) na UCT, o sentimento (e o não-sentimento) é uma tratativa de intensa dominação dos instintos, na batalha superegóica com o firmamento da opulência anti-terrorista.
Prova que, nessa atmosfera atormentada, estamos aqui salvando nossa pele o tempo todo. Há aqueles que sabem salvar, e aqueles que não. Há os que sobrevivem, e aqueles que não. A vida não dá um tempo. Muitos morreram desde o primeiro episódio. Mas alguns não.
Fiquei agarrado a essa série pelo lado psicológico mantido nas relações entre mocinhos e bandidos. Bom foi ver a beleza intocável de Marisol Nichols, a atuação gélido-calculista de Mary Linn Rajskub (como Chloe O'Brian) com Carlo Rota (Morris O'Brian), lado a lado, entre espasmos de afeição e intolerância.
Listei algumas coisas que considerei interessantes em "24 Horas":

24 horas, ou um dia, é uma eternidade;

O senso de justiça interminável de Jack Bauer;

Certeiro e fiel, o amor de Jack por Audrey Raynes;

Que nas famílias há corrupção, inveja e disputas invisíveis;

O terrorismo é uma questão de mal-entendido; mas um mal-entendido cruel;

Poder e ser humano não vencem;

Ante ao compromisso anti-terrorista, interessante o "espaço" dado ao sentimento nutrido entre Milo Pressman e Nadia Yassir, Morris e Chloe, Bill Buchanan e Karen Hayes, o vice-presidente Noah Daniels e a secretária Lisa Miller. O amor está nas frestas. O amor é inevitável. A violência, não;

Wayne Palmer (DB Woodside), um estiloso presidente norte-americano negro. Uma brecha para os caminhos de Obama, no futuro próximo...

A população norte-americana não aparece, praticamente. O que é estranho...

A Casa Branca é um berço de conspiração contínua;

Rússia e China, além dos árabes, são a "pedra no sapato" do mundo, segundo "24 Horas";

Morris O'Brian é movido a reconhecimento e sentimentos, o tempo todo;

Chloe, ao dever e à auto-aceitação;

Jack Bauer entende o sentido da vida e da auto-preservação;

O terrorismo é uma fonte inesgotável de prazer reprimido da libido;

A verdade prevalece à mentira, e isso é inquestionável;

Viver é escapar. Sobreviver, quase escapar.

Obrigação sua (e minha)

Recomendo ler Carpinejar quando você achar que tudo está vazio e entediante.
Sou fã de Carpinejar.
Porque é simples e não exagera.
Escreve o que sente, e não exagera.
Enxerga o que escreve e o que sente, sem exagerar.
Um dia vou bater um papo com ele.

Você encontra mais dele em http://www.fabriciocarpinejar.blogger.com.br/

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Meio a meio

Às vezes - por melhor que seja - a lua fica metida à besta.

Ou você entende o que é o amor ou não entende nada

Amor é necessidade.
Vínculo.
Aceitar as diferenças.
Dar e receber.
Uma cadela e um cabrito.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Felicidade inexistente.
Prazer latente.
Sofrimento onipresente.

#

This is my theory
(simples assim)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

As dores universais

"Para compreender as pessoas devo tentar escutar o que elas não estão dizendo, o que elas talvez nunca venham a dizer." (John Powell)

5 horas de sono por noite: pra quê?

Estou com sono.
Sono atrasado.
Isso enche o saco.
Não dá para ficar sem assistir os episódios mega-blaster-punks de "24 Horas", que estão na reta final.
Logo, tenho das 2h30 às 7h30 para fechar os olhos e tentar sonhar com alguma coisa.

Por essas e outras estou meio no "vácuo". Portanto, sem nada na cabeça para escrever de melhor aqui.
Me desculpem.

Mas depois que "24 Horas" terminar e os Estados Unidos se salvarem das ameaças terroristas, volto à ativa.

Agradeço à atenção de todos(as).

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Terrorismo...


...é ser assíduo de "24 Horas", ininterruptamente, virando vítima da praga do pouco sono.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008



Eu disse não!
Sai, capeta!

Não!
Isso, não!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008


Abrace essa campanha.

Vamos todos escapar e continuar vivendo.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008




Philosophia phura.

Sem choro nem vela

Do G1:
Cientistas da Nova Zelândia e do Japão criaram uma cebola "antilágrimas", através da anulação do gene responsável pela enzima que causa esta reação, informou a imprensa neo-zelandesa.
Um dos diretores da pesquisa, Colin Eady, disse que a descoberta pode acabar com um dos maiores "enigmas" da cozinha: por que cortar uma simples cebola nos faz chorar.
O cientista reconheceu que o sabor da cebola "antilágrimas" poderia ficar diferente por causa desta alteração na composição, mas disse que, à medida que a pesquisa for avançando, o gosto poderia "até melhorar".
Acrescentou que, apesar da expectativa que esta nova descoberta pode gerar na sociedade, a maioria das pessoas terá que esperar de 10 a 15 anos para poder cortar cebolas sem chorar.
=> Conclusão: Boa, claro. Chorar cortando cebola é uma coisa meio punk. A cebola nacional é a pior nesse sentido, pois é mais "perva". A cebola roxa é menos punk. Mas cebola roxa fica estranha em qualquer prato. Cebola tem que ser branca. Mas não é porque é branca que tem que fazer chorar. A cebola antilágrimas é bem-vinda. Agora, se o choro vir mesmo com essa cebola nova, é porque a salada é maior do que parece.