terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
"24 Horas": lição de vida




Linha tênue: Bauer (todos dependemos dele), Chloe (a lealdade), Nadia (a linda decisão em segundos), Bill (o comando é questão de postura) e Morris (sentimentos proibidos)
Finalmente terminou (até o próximo vagão), a aclamada "24 Horas".
24 horas, ou um dia, é uma eternidade;
O senso de justiça interminável de Jack Bauer;
Certeiro e fiel, o amor de Jack por Audrey Raynes;
Que nas famílias há corrupção, inveja e disputas invisíveis;
O terrorismo é uma questão de mal-entendido; mas um mal-entendido cruel;
Poder e ser humano não vencem;
Ante ao compromisso anti-terrorista, interessante o "espaço" dado ao sentimento nutrido entre Milo Pressman e Nadia Yassir, Morris e Chloe, Bill Buchanan e Karen Hayes, o vice-presidente Noah Daniels e a secretária Lisa Miller. O amor está nas frestas. O amor é inevitável. A violência, não;
Wayne Palmer (DB Woodside), um estiloso presidente norte-americano negro. Uma brecha para os caminhos de Obama, no futuro próximo...
A população norte-americana não aparece, praticamente. O que é estranho...
A Casa Branca é um berço de conspiração contínua;
Rússia e China, além dos árabes, são a "pedra no sapato" do mundo, segundo "24 Horas";
Morris O'Brian é movido a reconhecimento e sentimentos, o tempo todo;
Chloe, ao dever e à auto-aceitação;
Jack Bauer entende o sentido da vida e da auto-preservação;
O terrorismo é uma fonte inesgotável de prazer reprimido da libido;
A verdade prevalece à mentira, e isso é inquestionável;
Viver é escapar. Sobreviver, quase escapar.
Obrigação sua (e minha)
Recomendo ler Carpinejar quando você achar que tudo está vazio e entediante.Sou fã de Carpinejar.
Porque é simples e não exagera.
Escreve o que sente, e não exagera.
Enxerga o que escreve e o que sente, sem exagerar.
Um dia vou bater um papo com ele.
Você encontra mais dele em http://www.fabriciocarpinejar.blogger.com.br/
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
5 horas de sono por noite: pra quê?
Sono atrasado.
Isso enche o saco.
Não dá para ficar sem assistir os episódios mega-blaster-punks de "24 Horas", que estão na reta final.
Logo, tenho das 2h30 às 7h30 para fechar os olhos e tentar sonhar com alguma coisa.
Por essas e outras estou meio no "vácuo". Portanto, sem nada na cabeça para escrever de melhor aqui.
Me desculpem.
Mas depois que "24 Horas" terminar e os Estados Unidos se salvarem das ameaças terroristas, volto à ativa.
Agradeço à atenção de todos(as).
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Sem choro nem vela
Um dos diretores da pesquisa, Colin Eady, disse que a descoberta pode acabar com um dos maiores "enigmas" da cozinha: por que cortar uma simples cebola nos faz chorar.
O cientista reconheceu que o sabor da cebola "antilágrimas" poderia ficar diferente por causa desta alteração na composição, mas disse que, à medida que a pesquisa for avançando, o gosto poderia "até melhorar".
Acrescentou que, apesar da expectativa que esta nova descoberta pode gerar na sociedade, a maioria das pessoas terá que esperar de 10 a 15 anos para poder cortar cebolas sem chorar.











