segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Sofrer x prazer: jogando a felicidade no barranco!

Parto do inicial pressuposto que felicidade é um dos maiores engôdos já consumidos (ergh!) pela sociedade, literalmente rosnando.
Acredito em prazeres. Não em felicidade.
Felicidade ou é para todos, ou não é para ninguém.
Prazeres, sim. É para todos. É de direito. É um dever humano ter e sentir prazer.
O que permeia a humanidade é o sofrimento. Em hipóteses claras, jamais conceber a idéia de parâmetro de felicidade em uma atmosfera "material, efêmera, com prazo de validade, perecível", como esta, em que insistimos em viver todo dia.

Publicidade gera pseudos-felicidades.
A psicologia, desmitifica.
Filosofia, joga ácido nela.

Não posso entregar a rudeza de meus pensamentos em uma torpe e gasosa idéia de fundamentar a vida nessa história "baixa" e "sacana" de felicidade.
Felicidade foi algo inventado pelo cinema. E só.

Nenhum índio pleiteia ser feliz. Eu, como você, tenho sangue de índio. Ou não?

Fujo dessa tal felicidade. E por isso, com muito prazer, jamais serei um infeliz.

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