



Linha tênue: Bauer (todos dependemos dele), Chloe (a lealdade), Nadia (a linda decisão em segundos), Bill (o comando é questão de postura) e Morris (sentimentos proibidos)
Finalmente terminou (até o próximo vagão), a aclamada "24 Horas".
24 horas, ou um dia, é uma eternidade;
O senso de justiça interminável de Jack Bauer;
Certeiro e fiel, o amor de Jack por Audrey Raynes;
Que nas famílias há corrupção, inveja e disputas invisíveis;
O terrorismo é uma questão de mal-entendido; mas um mal-entendido cruel;
Poder e ser humano não vencem;
Ante ao compromisso anti-terrorista, interessante o "espaço" dado ao sentimento nutrido entre Milo Pressman e Nadia Yassir, Morris e Chloe, Bill Buchanan e Karen Hayes, o vice-presidente Noah Daniels e a secretária Lisa Miller. O amor está nas frestas. O amor é inevitável. A violência, não;
Wayne Palmer (DB Woodside), um estiloso presidente norte-americano negro. Uma brecha para os caminhos de Obama, no futuro próximo...
A população norte-americana não aparece, praticamente. O que é estranho...
A Casa Branca é um berço de conspiração contínua;
Rússia e China, além dos árabes, são a "pedra no sapato" do mundo, segundo "24 Horas";
Morris O'Brian é movido a reconhecimento e sentimentos, o tempo todo;
Chloe, ao dever e à auto-aceitação;
Jack Bauer entende o sentido da vida e da auto-preservação;
O terrorismo é uma fonte inesgotável de prazer reprimido da libido;
A verdade prevalece à mentira, e isso é inquestionável;
Viver é escapar. Sobreviver, quase escapar.


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