Marcus: Como a Gestalt não se concentra no sintoma do problema que o paciente traz, de que forma então recorremos à CID para focar o tratamento?
Prof. Antonio: A Gestalt relutou muito no passado, mas atualmente ela aceita o diagnóstico da psicopatologia. O fato de não se concentrar no sintoma para trabalhar e sim no todo, não significa que ela não reconheça o sintoma.
Marcus: Porque em várias situações, a hipótese diagnóstica vai nos indicar o sintoma... e a gestalt-terapia quer o "todo". Como procedo nessa questão?
Prof. Antonio: Aliás, nós muitas vezes procuramos fazer o cliente entrar em contato com o sintoma e perceber o que o sintoma "diz" para ele mesmo.
Prof. Antonio: A Gestalt relutou muito no passado, mas atualmente ela aceita o diagnóstico da psicopatologia. O fato de não se concentrar no sintoma para trabalhar e sim no todo, não significa que ela não reconheça o sintoma.
Marcus: Porque em várias situações, a hipótese diagnóstica vai nos indicar o sintoma... e a gestalt-terapia quer o "todo". Como procedo nessa questão?
Prof. Antonio: Aliás, nós muitas vezes procuramos fazer o cliente entrar em contato com o sintoma e perceber o que o sintoma "diz" para ele mesmo.
Marcus: A percepção que ele tem sobre o que há... e proporcionar o 'self-support' em cima disso.
Prof. Antonio: Sim. Sobre o que ele sente, o que ele pensa e o que ele faz.
Marcus: Não importando qual psicopatologia for? Não há como conscientizar um psicótico, por exemplo...
Prof. Antonio: Importar, importa. Afinal, dependendo da gravidade da patologia, o grau de consciência varia. E aí cabe ao terapeuta procurar o melhor caminho para o cliente entrar em contato com ele. Um psicótico é dificil. Se na terapia nós trabalhamos com apoio e frustração, com o psicótico é mais apoio e quase nenhuma frustração.
Marcus: Minha dúvida persistia nesta questão do sintoma. Na triagem, o sintoma fica em primeiro plano. Mas no processo, não trabalhamos focados no sintoma do paciente... Então, pela Gestalt não sabia como transcorrer. No caso da baixa-estima, é outra coisa, acho que mais perceptível e gradual na conscientização. Mas com respeito às psicopatologias...
Prof. Antonio: Realmente, são os nós do processo.
Prof. Antonio: Sim. Sobre o que ele sente, o que ele pensa e o que ele faz.
Marcus: Não importando qual psicopatologia for? Não há como conscientizar um psicótico, por exemplo...
Prof. Antonio: Importar, importa. Afinal, dependendo da gravidade da patologia, o grau de consciência varia. E aí cabe ao terapeuta procurar o melhor caminho para o cliente entrar em contato com ele. Um psicótico é dificil. Se na terapia nós trabalhamos com apoio e frustração, com o psicótico é mais apoio e quase nenhuma frustração.
Marcus: Minha dúvida persistia nesta questão do sintoma. Na triagem, o sintoma fica em primeiro plano. Mas no processo, não trabalhamos focados no sintoma do paciente... Então, pela Gestalt não sabia como transcorrer. No caso da baixa-estima, é outra coisa, acho que mais perceptível e gradual na conscientização. Mas com respeito às psicopatologias...
Prof. Antonio: Realmente, são os nós do processo.
Marcus: A paciente de 12 anos que estou para marcar tem histórico de depressão leve. Há, então uma HD reconhecida. Faço-a enxergar a depressão?
Prof. Antonio: Uma possível HD... Ela primeiro tem que tomar consciência do que sente.
Marcus: É o "sentir" o primeiro estágio, então...
Prof. Antonio: A depressão é sentida pelo cliente. Nós é que a vemos.
Prof. Antonio: Uma possível HD... Ela primeiro tem que tomar consciência do que sente.
Marcus: É o "sentir" o primeiro estágio, então...
Prof. Antonio: A depressão é sentida pelo cliente. Nós é que a vemos.


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