Meu primeiro atendimento clínico foi um pouco sombrio.
Não posso relatar o contexto, por ética. E nem é essa a questão.
Mas atendi em uma manhã chuvosa, em uma sala apertada, com o rapaz vindo a sessão como se tivesse ido para um jogo de futebol: boné da Ferrari, camiseta, bermuda, meia e tênis.
Para uma segunda-feira de manhã não deixou de ser bucólico.
Após uma hora de sessão percebi que uma roupa às vezes diz mais do que qualquer palavra.
terça-feira, 31 de março de 2009
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