Monstro invisível que comanda a horda, arrasando tudo o que é de praxe.
Eu tô laje acima no cerol que traz a vida pra baixo, brilhante idéia de uma cabeça nervosa.
Grafitando o outro muro de raiva, eles já sabiam, mas deixaram a sina guiar a sorte.
Vejo a minha história com a sua comunga...
Poço lado sujo cria do descaso, alimentando folhas em branco e preto.
Outra epidemia desanima quem convive com medo.
Botões, atalhos amplificam a distância.
E a preguiça de estar lado a lado veste a armadura.
Esse é o poder solitário!
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"O Monstro Invisível", de O Rappa: acho essa música um tesão contínuo.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
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