Essa foi a pergunta que fiz à psicóloga Mariana Daros de Amorim, que conheci pelo orkut. Ela escreveu no blog dela http://gestaltterapeuta.blogspot.com sobre a pergunta que eu fiz. Gentilmente, me respondeu assim:
"Bom, quando entrei na universidade já queria ser uma psicóloga clínica, eu já tinha tido experiências como cliente, portanto já tinha alguma idéia de como era aquilo. A medida que fui conhecendo mais, principalmente a Psicanálise, eu gostava, mas parecia que aquilo não combinava comigo.
De repente, fui apresentada ao Existencialismo e me identifiquei muito com esta corrente. Contudo, ainda era uma corrente filosófica e não uma linha de psicoterapia. Foi então que conheci o Psicodrama, agora sim uma abordagem fenomenológica existencial de psicoterapia.
Fui fazer psicoterapia nessa linha, assim se pode conhecer realmente uma abordagem. Sendo cliente conseguimos ver como esta linha funciona. Mas com o tempo, fui achando um tanto repetitiva, a representação em quase todas as sessões, hoje acho que o Psicodrama é muito mais eficaz para grupos.
Foi aí que conheci a gestalt-terapia, para mim estava perfeito, uma abordagem fenomenológica existencial, sem que precisasse dramatizar em todas as sessões. Novamente fui fazer psicoterapia nessa abordagem, amei! Foi extremamente revelador para mim como cliente. Aí estava decidido, eu seria gestalt-terapeuta.
Portanto, para futuros psicólogos, primeiramente, façam psicoterapia, não apenas para resolver suas questões, mas para saberem onde são os seus calos, assim vocês saberão separar o que é seu do que é do seu cliente. Em segundo lugar, é sendo cliente que se pode ter uma noção verdadeira de como aquela abordagem funciona, é bem diferente do que ler a respeito.
Mas, cuidado! Não faça da sua escolha uma religião. Hoje em dia, quando necessário, muitas vezes me utilizo de técnicas de diversas abordagens, sempre estudando e entendendo o porquê daquilo. Tudo que existe é válido, não podemos descartar nada, o que escolhemos é uma linha para nortear o nosso trabalho, nunca engessá-lo."
"Bom, quando entrei na universidade já queria ser uma psicóloga clínica, eu já tinha tido experiências como cliente, portanto já tinha alguma idéia de como era aquilo. A medida que fui conhecendo mais, principalmente a Psicanálise, eu gostava, mas parecia que aquilo não combinava comigo.
De repente, fui apresentada ao Existencialismo e me identifiquei muito com esta corrente. Contudo, ainda era uma corrente filosófica e não uma linha de psicoterapia. Foi então que conheci o Psicodrama, agora sim uma abordagem fenomenológica existencial de psicoterapia.
Fui fazer psicoterapia nessa linha, assim se pode conhecer realmente uma abordagem. Sendo cliente conseguimos ver como esta linha funciona. Mas com o tempo, fui achando um tanto repetitiva, a representação em quase todas as sessões, hoje acho que o Psicodrama é muito mais eficaz para grupos.
Foi aí que conheci a gestalt-terapia, para mim estava perfeito, uma abordagem fenomenológica existencial, sem que precisasse dramatizar em todas as sessões. Novamente fui fazer psicoterapia nessa abordagem, amei! Foi extremamente revelador para mim como cliente. Aí estava decidido, eu seria gestalt-terapeuta.
Portanto, para futuros psicólogos, primeiramente, façam psicoterapia, não apenas para resolver suas questões, mas para saberem onde são os seus calos, assim vocês saberão separar o que é seu do que é do seu cliente. Em segundo lugar, é sendo cliente que se pode ter uma noção verdadeira de como aquela abordagem funciona, é bem diferente do que ler a respeito.
Mas, cuidado! Não faça da sua escolha uma religião. Hoje em dia, quando necessário, muitas vezes me utilizo de técnicas de diversas abordagens, sempre estudando e entendendo o porquê daquilo. Tudo que existe é válido, não podemos descartar nada, o que escolhemos é uma linha para nortear o nosso trabalho, nunca engessá-lo."


2 comentários:
eu A M O psicologia!
Oi Marcos, legal me ver por aqui!!!!
Mas ainda estais me devendo um comentário, hein...
Abraço
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