"Nos deram espelhos, vimos um mundo doente."
Legião Urbana, em "Índios".
Evidencio a volta da febre amarela ao cotidiano.
O mundo, o Brasil, as ruas, o lixo, eu e você, estamos vulneráveis ao doente destino.
Essa tal de febre, debelada por Oswaldo Cruz nos anos 20, vem que vem... sorrateira, mas vem.
Ironicamente, diga-se de passagem.
Como se não bastasse o Aedes proliferar a ácida dengue, agora traz essa porcaria.
Desfalecer picado por um mísero mosquito é uma ironia impressionante.
E o que fazer?
"Viver é escapar!"
(lembre-se disso)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
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