Comprei um presente para mim mesmo. O DVD dos 18 vídeos do U2. Nada mais sensato, para quem incorpora o espírito 'u2niano' desde 1986, quando vi a banda pela primeira vez em um show apresentado pela extinta TV Manchete. Estava no quarto do hotel em Balneário Camboriú e vi 'por acaso'.
Aquilo me impressionou, de cara. Era o 'U2 irlandês puro'.. visceral...
U2 está em minha vida de 37 há 21. 'Ad eternum'...
Musicalmente, não há nada que se compare. Nem haverá.
Historicamente, não vejo história mais concentrada do que a deles.
É de se espantar a sinergia que há em Larry, Edge e Adam, com a condução de Bono.
Essa compilação de vídeos traduz um papel prestigioso de Bono à frente da banda. É impressionante como leva o U2 na alma e na capacidade de romper as barreiras da ironia misturada com o verbo certo.
Essas matrizes quebradas são mostradas durante a gravação de "Where The Streets...", driblando a truculência policial na marquise de um prédio, em Los Angeles, em 87; em evidenciar o pai de Bono, Bob Hewson, no clipe de "One"; em subir as favelas do Rio de Janeiro, com "Walk On"; na união com o Green Day na apresentação de "The Saints are Coming", no Superdomme Stadion, em Nova Orleans; na linda "declaração de amor" à mulher Ali, em "The Swettest Thing"; e, finalmente, ressaltar a importância paterna em "Sometimes...", pelas ruas de Dublin, início de tudo.
O melhor presente de Natal de mim para mim mesmo.
Para quem viu a banda ao vivo, em apenas 1 metro de distância, isso aqui é pouco.
U2 produz os glóbulos de meu sangue.
E facilita a sinapse integrada à sabedoria.
Thanks!


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